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Missão da Capelania Hospitalar

MISSÃO DA CAPELANIA HOSPITALAR

a)      Capelania, um trabalho de doação

O mais importante é a sua doação de AMOR. Como bem escreveu o apóstolo Paulo aos Coríntios: “Ainda que eu fale a língua dos anjos e dos homens, se não tiver amor, nada serei”. O visitador hospitalar tem uma responsabilidade muito grande ao manter contato com os pacientes, pois são vidas que estão abertas para receber o que ele tem para dar.  Acima de tudo, com seriedade e solidariedade, o visitador deve empenhar- se para fazer o seu trabalho com muito amor.
Jesus disse:
_Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto.
Casualmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo.De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão;e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele.
No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe:“Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar.”
Perguntou JESUS:
_ Qual, pois, destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?
Respondeu o doutor da lei:
_ Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe, pois, Jesus: Vai, e faze tu o mesmo.

(Lucas 10. 30-37)

b)     Respondendo a Angústia Espiritual

            Estudos apontam à importância de angústia espiritual, quer dizer, conflitos religiosos ou espirituais não resolvidos e dúvidas. Esta angústia é associada com a perda de saúde, recuperação, e ajuste com a doença. Capelães e visitantes tem um papel especialmente importante identificando os pacientes em angústia espiritual e os ajudando solucionar os problemas religiosos ou espirituais deles, enquanto melhorando a saúde deles e ajustando assim.
Estudos de pacientes em hospitais de cuidado agudos indicam que entre um terço e dois terços de todos os pacientes queira receber cuidado espiritual.
            Para quem ainda não é crente evangélico, o capelão deve oferecer consolo, empatia, sem esquecer que ele necessita conhecer o “Dom” de Deus.
Para o que já é crente evangélico, deve oferecer consolo e fortificação espiritual na Palavra de Deus, sem questionar aspectos doutrinários.
O capelão deve conhecer a potencialidade religiosa da pessoa: suas crenças, seus mitos, suas dúvidas devem ser respeitados. Deve respeitar o enfermo. Deve ter singularidade na exposição da palavra, utilizando textos que falam do amor de Deus em Cristo, mas seja sensível ao estado físico e emocional do doente.

c)      A responsabilidade do capelão ou visitador

c.1) Lembre que é responsabilidade de todo crente pregar o evangelho (Mt 28:19-20; Mc 16:15; Lc. 24:45-48).

     c.2) Lembre que por pregar o evangelho você está oferecendo o maior presente do mundo. Quando pregamos o evangelho estamos oferecendo vida a pessoas mortas; estamos oferecendo riquezas a pessoas pobres; estamos oferecendo cura a pessoas enfermas; estamos oferecendo salvação a pessoas perdidas.

     c.3) Tenha em mente que a meta não é meramente visitar doentes, mas encontrar oportunidades para dar testemunho a respeito do Senhor Jesus Cristo com o objetivo de conduzir pessoas à salvação.
c.4)  Não fique desapontado ou desencorajado se alguém diz alguma coisa contra Jesus e a Bíblia ou zombarem do que você está fazendo. “Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele.” (Fp 1.29) Lembre que nosso real inimigo na evangelização não são as pessoas, mas sim o diabo. Ele é o deus deste mundo que está cegando as mentes dos não crentes (2 Co 4.4). Assim, devemos ter toda a armadura de Deus para esta importante tarefa (Ef 6:11-12).
c.5) Não desanime do que muitas vezes parece um espinhoso trabalho: “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas.” (Ec 11:6). Isto se refere ao costume de lançar semente na terra pantanosa depois que o rio tal como o Nilo tinha transbordado para fora de seu leito, confiando em que a semente terá raiz e trará adiante uma colheita. “Quando as águas retrocederam, o grão no solo molhado floresceu. ‘Águas’ expressa o caráter aparentemente sem esperança dos recebedores da caridosa semente; mas, ao final de tudo, seria provado que a semente não tinha jogada fora e perdida.” (Jamieson, Fausset, Brown).

d)     Ore muito pelo seu trabalho de visitas a hospitais, tanto antes como depois. Ore que Deus irá abrir os olhos das pessoas de modo que elas desejarão conhecer Jesus.




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